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OBS: a Projecta encerrou suas atividades em maio de 2018. Em breve este site será substituído pelo do André Fonseca, fundador da Projecta. Se tiver interesse por este curso, por favor preencha acima seu email para ser futuramente avisado de novas edições fora da Projecta ou de cursos com temas similares.

Estabelecer meios para gerar comunicação e relação com os públicos é fundamental para se pensar a sustentabilidade a longo prazo de projetos e ações culturais, ao mesmo tempo em que representa um desafio constante para quem trabalha na área. Os novos perfis e comportamentos dos públicos gerados pelas tecnologias digitais, assim como os baixos índices de consumo cultural no Brasil revelados por pesquisas recentes, são alguns dos fatores que demonstram a necessidade de os agentes culturais articularem novas estratégias para alcançar e fidelizar seus públicos. No curso, quatro profissionais da cultura compartilharão suas experiências e ferramentas nesse sentido.

Quem são os públicos da cultura? Como lidar com os novos perfis de consumidores culturais que não cabem mais no papel de meros espectadores? Como as tecnologias digitais podem ser estratégias de mediação? Como desenvolver relações mais duradouras com os públicos? Essas e diversas outras questões serão abordadas durante o curso, que trabalhará com a ideia de mediação cultural enquanto comunicação e relação entre ações culturais e seus públicos, e não com o conceito tradicional de mediação como ações educativas para facilitar a aproximação de obras artísticas.

para quem o curso foi desenvolvido

-gestores, produtores, artistas, representantes de espaços/instituições e outros profissionais da área cultural, interessados em possibilidades de ferramentas e estratégias para  trabalhar a comunicação e relação com seus públicos;

-interessados em geral pelo tema da mediação cultural.

programa

Ampliação do conceito de cultura nas políticas culturais e do conceito de mediação. Democratização do acesso à cultura: espaços físicos e tecnologias digitais ou espaços híbridos?  Diferentes públicos para diferentes modos de acesso: públicos conectados, desconectados e em transição. Comunicação de massa x comunicação digital. Consumidores x prosumidores.

O perfil do consumo cultural no Brasil. O impacto das novas tecnologias na cadeia produtiva da cultura e as novas possibilidades de relações com os públicos. A incorporação de processos participativos na gestão de ações culturais.

Como articular possibilidades e estratégias de mediação dentro dos campos da produção e da gestão cultural. Análise de casos.

Bate-papo sobre as experiências do Itaú Cultural na comunicação com seus públicos.

Carga horária total: 12h

número de vagas

12

fomentadores

Simone Zárate

simone p/bGraduada em Educação Artística, com especialização em Gestão Cultural e Políticas Culturais, e em Gestão Cultural e Comunicação. Mestre em Cultura e Informação pela Universidade de São Paulo. Atua no setor cultural público há 23 anos. Na Prefeitura de Santo André, foi Secretária de Cultura, Esporte e Lazer e Gerente de Projetos Culturais, além de ter trabalhado com ações socioculturais em centros comunitários e no desenvolvimento, implantação e avaliação de projetos culturais. Atuou com articulação de políticas públicas regionais no Consórcio Intermunicipal do Grande ABC. Atualmente é consultora e pesquisadora independente em políticas culturais e gestão cultural, e ministra cursos sobre os mesmos temas.   Realizou consultoria para o desenvolvimento dos Planos Municipais de Cultura em Diadema, Jacareí e São José dos Campos. Em Diadema, também coordenou encontros de formação para agentes culturais.

Gabi Gonçalves

gabi p/bDoutoranda do Programa de Comunicação e Semiótica, na PUC-SP, onde desenvolve uma pesquisa sobre políticas públicas para a cultura. Mestre em Comunicação e Semiótica também na PUC-SP, e graduada em dança pela Universidade Estadual de Campinas (1998) e em Comunicação das Artes do Corpo pela PUC-SP(2002).  Sua pesquisa de mestrado tem como tema a formação de público na arte contemporânea. Artista-produtora, é integrante do Núcleo Corpo Rastreado, associação que pensa meios de produção para o desenvolvimento de projetos culturais. Professora de  produção cultural da Escola Livre da Dança (Santo André) e no SENAC (SP). Foi produtora do SESC SP e de diversos projetos e eventos para clientes como as secretarias de cultura municipal e estadual (São Paulo). Coordenadora da Virada Cultural Paulista em 2009 e 2010.

André Fonseca

andreConsultor, professor e pesquisador independente na área de gestão cultural. Graduado em comunicação social com habilitação em marketing pela ESPM-Escola Superior de Propaganda e Marketing, e pós-graduado em Cooperação e Gestão Cultural Internacional pela Universidade de Barcelona. Fundador e diretor da Projecta, empresa especializada em ações de formação na área de gestão cultural. Ministrante da pós-graduação Gestão Cultural: desenvolvimento e mercado, do Senac.  Já desenvolveu consultorias e ações de formação para clientes como Instituto Brincante, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo,  MIS – Museu da Imagem e do Som,  Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Santo André,  Red Sudamericana de Danza,  Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte,  Digestivo Cultural,  Circo Zanni,   Antonio Nóbrega, Festival Cordas na Mantiqueira,  Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Senac,  Espaço Art’er e Rosenbaum.

 convidada

Aninha de Fátima Sousa

ANINHA11Jornalista de formação, atua na área cultural há mais de 15 anos. Trabalhou como produtora artística e musical nos anos 90 em Recife e em São Paulo. Desde 2004,  é  gerente de Comunicação e Relacionamento no Itaú Cultural.