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Um  curso para quem busca atuar na área da cultura com visão estratégica, sabendo lidar com os desafios e as tendências do cenário cultural atual, criando relações com os públicos e desenvolvendo ações que possam ser sustentáveis a longo prazo.

proposta do curso

Cresce a demanda por profissionais que tenham um entendimento mais estratégico e empreendedor para lidar com projetos, espaços e instituições culturais, além de grupos artísticos. Espera-se que esses profissionais entendam as particularidades da área cultural, saibam responder aos seus constantes desafios e busquem formas diferenciadas e criativas de atuar, especialmente no cenário atual de crise econômica e redução de investimentos.

O curso apresenta uma visão atual e sistêmica da gestão cultural, abordando diversos temas fundamentais para quem trabalha na área da cultura. Por meio de um conteúdo dinâmico e interativo e de diversos casos reais, os participantes seguirão um percurso que os ajudará a desenvolver projetos e ações culturais que possam ser sustentáveis a longo prazo e a lidar com os novos perfis e comportamentos dos públicos, que vêm demandando outras respostas e modos de pensar dos profissionais da cultura.

para quem o curso é destinado

-pessoas interessadas em atuar no campo da gestão cultural;

-pessoas que já atuam na área cultural (como gestores, produtores e artistas), do setor público e/ou privado, interessadas em aprofundar seus conhecimentos em gestão cultural;

-responsáveis pelo desenvolvimento e/ou produção de projetos e programas culturais;

-integrantes de grupos artísticos (e de coletivos culturais) que também assumem funções de gestão/produção dentro desses grupos.

conteúdo

Cultura: afinal, do que estamos falando?
Os possíveis papeis e lugares da cultura no cenário mundial atual. A cultura como espaço de encontros e confrontos e os desafios da gestão cultural nesse contexto.

O cenário da cultura no Brasil: onde estamos operando?
C
onsumo cultural no Brasil. O sistema de financiamento e seus efeitos na cadeia produtiva da cultura. A instrumentalização da cultura. Representatividade institucional da cultura.

Cultura na era digital: para onde estamos indo?
As novas configurações nos modos de produção, distribuição e consumo de cultura. A incorporação dos meios e ferramentas digitais para potencializar os resultados de ações culturais.

Públicos: com quem estamos lidando?
Entendendo o
s novos perfis de públicos: de espectadores a co-criadores. Experiência, acesso e comunicação: chaves para estabelecer relações a longo prazo com os públicos. O impacto das novas tendências de comportamento dos públicos no desenvolvimento de ações culturais. Espetacularização x formação de público: desafio para os gestores.

Sustentabilidade a longo prazo: como desenvolver?
Novos modelos de gestão e produção culturais (no Brasil e em outros países) em sintonia com as novas configurações do mundo e da sociedade. A construção de projetos e ações culturais relevantes a partir da percepção de valor dos públicos desejados. Caminhos para desenvolver estratégias de financiamento a longo prazo.

Gestão cultural: afinal, do que estamos falando?
(Re)pensando os conceitos de gestão cultural. O perfil dos gestores culturais e as diferentes possibilidades de atuação profissional.

Carga horária total: 12h

 fomentador

André Fonseca (saiba mais aqui)

andreAtua com consultoria e formação na área de gestão cultural, com focos principais na construção de estratégias de sustentabilidade a longo prazo e na comunicação com os públicos. Graduado em comunicação social com habilitação em marketing pela ESPM-Escola Superior de Propaganda e Marketing, e pós-graduado em Cooperação e Gestão Cultural Internacional pela Universidade de Barcelona. Fundador e diretor da Projecta, empresa especializada em ações de formação na área de gestão cultural. Ministrante da pós-graduação Gestão Cultural: desenvolvimento e mercado, do Senac. Desenvolveu e implementou o programa de capacitação em gestão cultural para a equipe da Secretaria de Cultura e Turismo de Santo André/SP (2008). Idealizador e e realizador de ações como os Encontros de Gestão Cultural (2011 a 2013), em parceria com o Goethe-Institut São Paulo. Entre outras atuações no campo iberoamericano, foi docente no curso à distância REM 2.0 (2011), sobre projetos culturais colaborativos na América Latina; e coordenador do ciclo de encontros Sustentabilidad para la danza no Festival Internacional de Danza Contemporánea de Uruguay (2012). Foi membro da comissão de seleção de editais em órgãos como Ministério da Cultura e Fundação Cultural Cassiano Ricardo. Desenvolveu consultorias e ações de formação para clientes como Instituto Brincante, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, MIS – Museu da Imagem e do Som, Red Sudamericana de Danza, Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, Circo Zanni, Antonio Nóbrega, Festival Cordas na Mantiqueira, Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Senac, Rosenbaum, Goethe-Institut São Paulo, IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, e Secretaria de Cultura e Turismo de Santo André.